terça-feira, 4 de agosto de 2009

Mundo doente

Uma corja é composta por um "cabeça" e muitos capachos. Todos são canalhas. Os capachos fazem de tudo pra agradar seu superiores, mesmo que isso envolva destruir implacavelmente uma pessoa inocente. O mais difícil de engolir é que esse tipo de situação acontece em vários lugares que deveriam ser "respeitáveis": Universidades, escolas, departamentos governa mentais, na política, na polícia. Isso sim é uma doença. Não posso admitir que quem está doente sou eu, pela indignação e pelo sofrimento que tenho passado por ser vítima de uma corja. Essas pessoas me excluíram, tiraram as minhas horas de trabalho porque eu não faço parte de seu grupinho imundo. Jamais teria amizade com pessoas que passam o dia reparando na aparência dos outros e os julgando por isso. Jamais faria parte de um grupo de pessoas que se fazem de amiguinhas e quando um deles vira as costas, os outros caem matando com suas línguas venenosas. Minha dignidade vale muito mais do que a falsa impressão de ser protegido por um bando de canalhas. Não tenho talento para a falsidade, para a manipulação, para a fofoca e a intriga. Escolho a reclusão. Escolho estar com pessoas que sejam mais profundas, mais intensas, mesmo que elas também sejam parte dos "excluídos". Mas o meu maior sofrimento é saber que tudo isso passa impune. Ninguém jamais paga por esses crimes "sutis". Minha esperança é que um dia a "casa caia" obre suas cabeças, mas sei que isso é um sonho tolo e infantil. Tenho que engolir a seco. Fechar os olhos e tentar pensar em outras coisas, tentar novos horizontes e saber que em outros lugares corro o mesmo risco. Mundo doente, pessoas sem um mínimo de ética dominam todos os setores, não tenho para onde fugir... socorro!