domingo, 13 de dezembro de 2009

Sobre o Barulho

Se o barulho que incomodava mais insuportavelmente o grande filósoso Arthur Schopenhaer era o ruído ado chicote açoitando o cavalo, meu carma é ter de aguentar serras elétricas, marteladas, pancadas, furadeira  todo o tipo de parafernália que existe para construir casas e mais casas, prédios e mais prédios, lojas e mais lojas para uma população de gente estúpida que crsce a cada dia. Isso está realmente infernizando a minha vida e todos os aspectos. Hoje, em pleno domingo sou obrigada a compartilhar a minha privacidade de um dia de folga com esses instrumentos de tortura auricular. Não aceito a hipótese de que ninguém nsse mundo se indigne  e não sofra como eu. Já cansi d reclamar, ligar para a polícia, fazer reclamaçõs em órgãos governamentais entre outrascoisas e nenhum dos meus pedidos foi atendido. Quero paz, sossego, tranquilidade. Quero pder pensar livremente tem a influencia de nnhum ruído horripilante, mas não é possível!!!! E Parece que o tormento me persegue, agora existe um salão de festas ao lado de minha casa, onde pessoas falam gritando e cantam em karaokês. Inferno! Aé suicídio já passou pela inha cabeça. O Barulho é algo que me irrita profundamente. De desconcentra e me desconcerta. Já pensei em investir em um quarto anti-ruído, mas não tenho esse dinheiro todo. O que fazer? Não consigo mais me concentrar para continuar aqui escrevendo, o barulho está insuprtável...