terça-feira, 27 de julho de 2010

Trabalhando novamente...


Olá amigos e inimigos! Bem, estou postando com menos frequência porque estou traduzindo alguns artigos acadêmicos na área de Administração... meu tempo está todo dominado, pelo menos por alguns dias, pois é um free lance. Mas é bom lidar com  o texto, com as palavras, com as escolhas apropriadas dos termos... Sempre fiz traduções paralelamente às aulas, no entanto, agora vou tentar sobreviver um pouco disso. Esse é um dos meus projetos. O outro é voltar a estudar. Já me matriculei como aluna especial para assistir aulas sobre cinema Irlandês contemporâneo) antes que me perguntem, por que Irlandês? - Sou alucinada por esse país, estive lá em 2007 e nunca mais consegui tirar as maravilhas de lá de  minha cabeça).

A Irlanda é um país católico, antes que comecem os açoites, sim, mas eles são bem diferentes dos católicos tupiniquins. Fora que a mitologia celta, relembrada por Lady Gregory e Yeats na modernidade Irlandesa , que fez os irlandeses observarem grande valor literário e o potencial que o país tinha, por isso, em 1916 (isso e outras coisas, não quero ser reducionista), a Irlanda inteira se revoltou contra o Reino Unido pedindo sua liberdade. Sim a Irlanda foi colônia inglesa até 1921!!!! Enfim se for para falar desse país eu ficarei aqui até amanhã; E sabem o que eles têm de melhor por lá? A música tradicional e os pubs rs. Enfim, mais um projeto futuro, passar uns 6 meses na Irlanda.... A vida não faz sentido mesmo, disso já cansei de me expor, no entanto, enquanto eu estiver viva, devo procurar coisas que amenizem a angústia existencial. Meu caso é bem interessante, pois luto contra todas as minhas forças para sobreviver, para "amar o próximo" e, obviamente, para caçar algo que me dê um mínimo de contentamento descontente!

Abraços.

P.s. o quadro do Munch não tem muito a ver, mas pensei um pouco na contemplação olhar os templos internos e externos do seu ser... no caso mais interno rs. Uma busca dentro do sefl por resposta a uma única pergunta: "O que devo fazer, afinal?"