quinta-feira, 29 de julho de 2010

um pequeno caso


Bem, como já iniciei no post abaixo um pouco da vida de uma criança, hoje quero comentar um caso que acho estranho, apesar de não mais me revoltar contra mais nada nem contra ninguém, não vale a pena derramar seu sangue por ninguém nesse mundo. Pois bem, essa criança sempre teve dificuldade para amr o próximo. Sim, ela aprendeu a respeitar (até certo ponto), aprendeu a aceitar (até certo ponto), mas não aprendeu a amar. Vocês por um acaso conhecem alguém que nunca amou? que nunca se apaiixonou de verdade? Sim, estou falando do amor de Eros! Eu conheço apenas essa criança. Ela teve o dom de sentir o amor ágape e philos, principalmente philos, e é desse amor que prciso, aqui versar.

Philos é o amor que se sente por um filho, um irmão um primo,aquele que você sente sem saber porquê. Bem, se nunca amei pelas flechadas do cupidio, também nunca fui correspondida pelos meus amores filiais. É um pouco difícil de expor essa situação, mas vou reduzí-a a um único caso. Uma criança que cresceu com a nossa infante, na verdade nossa criança é bem mais velha, uma faixa de dez anos. Quando essa criaturinha nasceu, nossa criança sentiu=se tão alegre, porque aos 9 ou dez anos de idade já se tem alguma personalidade formada. Nossa criança meio que "adotou" a outra criança: ensinou-lhe, com o temppo algumas coisas, como, por exemplo, ler Edgar Alan Poe e ouvir Iron Maiden e Metálica (rs). Claro que não poderia de mencionar sua visão deturpada do mundo... mas com o passar dos anos, a mãe da pequena criança começou a não gostar de certas atitudes, de certas amizades que sua filha estava arrumando. Nossa criança sentia, do fundo do coração que seu amor fraterno era correspondido. A criancinha gostava de estar em companhia da outra criança, que não era nada mais nada menos que sua prima e morava praticamente na mesma casa, no mesmo quintal onde minha avó fez casa para as duas filhas.

De repente a criança menor começou a se afastar, não sei se por influência de sua projenitora, ou por própria decisão, até hoje não entendo. O que sei é que todos os irmãos dessa criancinha também não gostavam da nossa criança, mesmo sem razão alguma! No fim, nossa criança sentiu, aos 16 anos que o amor philia só pode existir de sua parte, nunca será correspondido. Nossa criança sabe que, no fundo, a única pessoa que a amou verdadeiramente, uma amor puramente ágape e Philia foi a sua grande protetora, a avó, mais ninguém. Estranho, às vezes penso como uma máquina, às vezes penso em amor, embora minha visão seja trágica em relação a isso... mas essa é a vida a eterna contradição

Abraços.